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Não, mas agora a sério...

Estava a gozar.

Não, mas agora a sério...

Estava a gozar.

20.Jul.18

Mulher ao volante, drama constante

Hoje decidi que não ia a pé para o estágio. Recusei-me a subir aquelas monumentais. Portanto, levantei-me mais cedo para garantir que não ia andar uma hora em stress à procura de estacionamento. 

Não me considero uma má condutora. De todo. Sei estacionar de todas as maneiras, o que é algo raro para 70% da população de Coimbra. Deve ter sido por ter tirado a carta noutra cidade. No entanto, ia distraída, não mudei para a 1ª antes de uma pequena subida com a confiança de que o balanço do carro era suficiente. Não resultou. Quem nunca teve preguiça de reduzir que atire a primeira pedra. Mas pronto, é só dar à chave e prosseguir a marcha. 

 

 

 

Seria, em teoria. No entanto uma SENHORA no seu BMW decidiu que tinha que apitar cinco vezes para me castigar. CINCO VEZES para que eu percebesse que não devia ter deixado o carro ir abaixo. CINCO vezes enquanto levantava as asas foram o click que eu precisava para perceber que não devo deixar o carro ir abaixo. Não tinha percebido antes. Passei-me, irritei-me, mas continuei. Mais à frente vejo um estacionamento. Faço pisca e tento realizar a manobra. No entanto, a AVE RARA aparece e faz o quê?! Isso mesmo, apita. Porque a Dr estava cheia de pressa. Para levantar o cu gordo da cama não teve.

 

A violência não é solução... na maior parte das vezes. Porque um par de estalos bem dado ou uma cabeçada no céu da boca se calhar evitava uma próxima. É uma responsabilidade social prezar pelo bem da sociedade. Portanto, pegar no cabelo da criatura e bater-lhe com a cabeça no volante era um mecanismo preventor de novas ocorrências. Não o fiz, claro. Limitei-me a abrir o vidro e o resto deixo à vossa imaginação.

 

Com isto tudo concluo algo que já tinha percebido há algum tempo: as mulheres na estrada são fodidas. Aposto que a senhora doutora nem sabe estacionar em paralelo, mas como meter a mão na buzina e azucrinar o próximo não requer grande destreza ela fá-lo como ninguém.

Isto leva-me a pensar que as cartas de condução deviam ser dadas a pessoal com inteligência... ou pelo menos com noção.

Mas no próximo post falo disso... agora vou trabalhar porque o país precisa (conversa de estagiário que se acha já um membro da sociedade, mas nem impostos paga)

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